:Gente que Amo: Provavelmente você por estar lendo isso aqui.
:Ando escutando:
Madredeus - O Pastor Enya - Adiemus
:Ultimamente: Ultimamente cansado. Mas bem.
:Lendo: A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafon
Made in Brasil
Where the Flames come alive
Post de hoje em TIURIAS 10:20 p.m.
Eu? Bem! Fim de semana com tcheibys, se deus quiser. Mal posso esperar! =]
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Um exercício interessante: Feche os olhos e imagine um bando de pássaros. De qualquer espécie, em qualquer lugar. Não precisa nem fechar os olhos. apenas imaginar um bando de pássaros voando.
Quantos eram?
A esmagadora maioria não saberá respondê-lo. A imagem era clara. Exata. Quse concreta. Entretanto você sequer sabe quantos eram. Mas existe uma resposta para essa pergunta, caso contrário você não os teria imaginado em bando.
Quem - ou o que - escolheu esse número? Você, eu tenho certeza que não foi.
3:49 p.m.
Um ano e meio se passaram. Eu? Talvez o mesmo... talvez não. Mas afim de postar novamente. Bom estar de volta. Agora, mais um conto:
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Estranhamente 8:41
Nunca estivera naquele shopping antes. Muito bom por sinal! Achara dois vestidos lindos e barataos, quase perfeitos de mais. Já havia pago o estacionamento que estava estranhamente ermo e agora dirigia-se, de carro, para as placas que indicavam a saída: - Uma pena que um shopping tão bom tenha um estacionamento tão mal projetado - disse a si mesma enquanto subia a terceira rampa sinalizada com a placa "SAÍDA". Já na quinta rampa estranhou: -Será que eu tô indo pro lado errado? Manobrou e pô-se a descer a mesma rampa que, estranhamente, também era apontada, naquela direção, como saída. Quando desceu a sétima rampa, sem encontrar viv'alma, com o coração apertado e ligeiramente zonza, resolveu apertar a buzina. Falhou... Resolveu continuar descendo as rampas, afinal, tudo aquilo tinha que ter um fim! Olhou no relógio do carro: 8:41pm ele marcava. Estranho. Estava ali, subindo e descendo, há, pelo menos, 15 minutos, e no ticket do estacionamento constava 8:41 Continuava descendo. Já na 15ª volta, enjoada de tanto rodar e com o coração pulando de pavor, olhou novamente as horas, mas em seu relógio de pulso. 8:41. Pô-se a gritar, berrar, esgüelar. Nada. Perdeu a conta da descida na 34ª volta. Já estava aos prantos há horas... a gasolina não dava sinias de que estva sendo usada. Os relógios do carro, de pulso e do celular continuavam a marcar exatamente 8:41. Já havia dado ré e subido por, no mínimo, vinte quilômetros, e descido outra vez, e mais uma vez descido e uma outra subido e agora já não sabia se subia ou descia! Andava pelos andares, procurava carros, sinais de vida, uma diferença sequer no ambiente dos andares, sem nenhum sucesso. Só podia ser um sonho... um horrível pesadelo! Se era assim, então resolveu parar no meio de uma rampa e dormir. Dormiu. Acordou com as costas doendo... E lá estava ela, numa familiar rampa de estacionamento. E o que era ianda pior... eram 8:41.
9:01 a.m.