alert("Eu adoro filminhos de sexo! Você naum?") Where the Flames come alive


...E o Pulso ainda Pulsa...


:Frase do dia:
... "Deus não existe.
Deus é."

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Eu. Eu? Eu!


Feanor ou Paulo

:Nome:
Paulo Brandão Biber Sampaio

:Gente que Amo:
Provavelmente você por estar lendo isso aqui.

:Ando escutando:
Madredeus - O Pastor
Enya - Adiemus


:Ultimamente:
Ultimamente cansado. Mas bem.

:Lendo:
A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafon





Made in Brasil











Where the Flames come alive
 

Posto por Paulo/Feanor na sexta-feira, julho 20, 2007  
Post de hoje em TIURIAS
10:20 p.m.

Posto por Paulo/Feanor na quinta-feira, julho 19, 2007  
Eu? Bem!
Fim de semana com tcheibys, se deus quiser. Mal posso esperar! =]
______________________________



Um exercício interessante:
Feche os olhos e imagine um bando de pássaros. De qualquer espécie, em qualquer lugar. Não precisa nem fechar os olhos. apenas imaginar um bando de pássaros voando.

Quantos eram?

A esmagadora maioria não saberá respondê-lo. A imagem era clara. Exata. Quse concreta. Entretanto você sequer sabe quantos eram.
Mas existe uma resposta para essa pergunta, caso contrário você não os teria imaginado em bando.

Quem - ou o que - escolheu esse número?
Você, eu tenho certeza que não foi.

3:49 p.m.

Posto por Paulo/Feanor na quarta-feira, julho 18, 2007  
Um ano e meio se passaram.
Eu? Talvez o mesmo... talvez não. Mas afim de postar novamente.
Bom estar de volta. Agora, mais um conto:

________________________________


Estranhamente 8:41

Nunca estivera naquele shopping antes. Muito bom por sinal! Achara dois vestidos lindos e barataos, quase perfeitos de mais.
Já havia pago o estacionamento que estava estranhamente ermo e agora dirigia-se, de carro, para as placas que indicavam a saída:
- Uma pena que um shopping tão bom tenha um estacionamento tão mal projetado - disse a si mesma enquanto subia a terceira rampa sinalizada com a placa "SAÍDA".
Já na quinta rampa estranhou:
-Será que eu tô indo pro lado errado?
Manobrou e pô-se a descer a mesma rampa que, estranhamente, também era apontada, naquela direção, como saída.
Quando desceu a sétima rampa, sem encontrar viv'alma, com o coração apertado e ligeiramente zonza, resolveu apertar a buzina.
Falhou...
Resolveu continuar descendo as rampas, afinal, tudo aquilo tinha que ter um fim!
Olhou no relógio do carro: 8:41pm ele marcava. Estranho. Estava ali, subindo e descendo, há, pelo menos, 15 minutos, e no ticket do estacionamento constava 8:41
Continuava descendo.
Já na 15ª volta, enjoada de tanto rodar e com o coração pulando de pavor, olhou novamente as horas, mas em seu relógio de pulso. 8:41.
Pô-se a gritar, berrar, esgüelar. Nada.
Perdeu a conta da descida na 34ª volta. Já estava aos prantos há horas... a gasolina não dava sinias de que estva sendo usada. Os relógios do carro, de pulso e do celular continuavam a marcar exatamente 8:41. Já havia dado ré e subido por, no mínimo, vinte quilômetros, e descido outra vez, e mais uma vez descido e uma outra subido e agora já não sabia se subia ou descia!
Andava pelos andares, procurava carros, sinais de vida, uma diferença sequer no ambiente dos andares, sem nenhum sucesso.
Só podia ser um sonho... um horrível pesadelo!
Se era assim, então resolveu parar no meio de uma rampa e dormir. Dormiu.
Acordou com as costas doendo...
E lá estava ela, numa familiar rampa de estacionamento.
E o que era ianda pior... eram 8:41.

9:01 a.m.

Posto por Paulo/Feanor na segunda-feira, janeiro 17, 2005  
Fumava muito. Por volta de sessenta cigarros por dia.
Não que o cigarro estivesse lhe fazendo algum mal aparente. Simplesmente fumava muito, e decidira parar há três dias.
Por Deus que ele não sabia que sentiria tanta falta. "Meu reino por um cigarro!" - repetia incansavelmente.
Definitivamente estava estressado. Parecia que o ar não lhe era sufuciente, e isso realemnte o deixava louco!

Mas a vida continuava. E nostalgicamente se lembrou que naquela hora, ao entrar no carro, depois de um dia estafante de trabalho, quando ja passavam das dez da noite, ele sempre acendia um perfeito e cilindrico cigarro.
Suspirou melancólico, com uma raiva crescente. Pensar em cigarro sempre lhe deixava furioso. Ligou o carro e tomou o caminho de casa.

Seguiu pela N.Sª. do Carmo, virou na altura da Montes Claros, pegou a esquerda na Fransisco Deslandes e, derrepente, levou um solavanco que quase lhe arrancou as tripas pela boca.
Percebeu que alguém havia batido em seu carro... o que lhe irritou mais ainda, afinal, viera pensando em seu cigarro durante todo o trajeto. Pensar em cigarro o enfurecia.
E enquanto descia do carro, fulo da vida, ela pragujava:

-Idiota, filho de uma bixa! Comprou sua cartera onde?! Em Viena?! Sabe quanto custou essa porra, viado sem pinto?! 70 mil reais...

E quanto mais ele se aproximava, mais ofendia a virilidade de um moço, de uns vinte e três anos, que, como ele, também sentia falta de seu querido cigarro.
O moço entrou no carro, tirou uma arma do porta-luvas, deu-lhe 3 tiros que não viu exatamente onde pegaram, e simplesmente fugiu.

Depois de se levantar e ver seu corpo ensanguentado no chão, ele pensou - "É... talvez eu não devesse insultar alguém que tem tanto orgulho de ser macho assim. Ou quem sabe se eu não tivesse parado de fumar..."

8:03 p.m.

Posto por Paulo/Feanor na domingo, outubro 17, 2004  
Longo e tenebroso inverno.
Mas eis me aqui novamente!
Não sei por quanto tempo... mas voltarei...

Minha vida?!
Sinceramente nunca esteve tão dinâmica.
Nunca fiz e desfiz tantos amigos (que nem foram amigos realemente)
Mas os que fiz (um ou dois) realemnte fazem toda a diferença...

Felicidade?! Total! =D

Se você, leitor que ou por acidente ou por minha indicação, caiu nessa página, estiver compaciência... leia isso:

Lascivo, como surge o desejo
Emerge em corpo, alma e coração
Outorga, ao que ama, com um beijo
Novidades do sentimento e da emoção
Aguça pensamentos e num lampejo
Ressussita meu corpo em redenção
Deleta-se sensualmente a meu flamejo
Ostentando meu corpo e alma em tua mão

Se você, leitor, entendeu e está em dúvida... tire suas próprias conclusões. Elas estarão certas.
Se não entendeu, aí vai uma dica: Não se prenda à metáforas. Apenas perceba o físico do poema.

No mais, sem mais.

11:44 p.m.

Posto por Paulo/Feanor na sexta-feira, julho 16, 2004  
Esperença...
Insône lamento guardado nos mais recônditos cantos do coração.
Sua força traz vida. Sua persistência, morte.
 
Por ser a única a sobreviver enquanto tudo o que tínhamos se foi, tras tormentos à alma, que já desesperada, enlouquece ao desejo de continuar acreditando.
 
Por ser a ultima a morrer, leva-nos junto ao seu sepulcro onírico onde tudo é serenidade. E o tormento que nos abalava durante sua existência se transforma em leve brisa de resignação.
 
Esperança. Tão nobre quanto sua concepção, pode se tornar vil e letal, assassinando-nos pouco a pouco...
Entretanto, visto que é sentimento nosso; não assassina. Suicida.
 
E assim caminha a humanidade. Esperançosa. Se matando aos poucos... até que tudo se acabe em um sonho que seuqer sabemos se existe, governado por um Deus que sequer sabemos se se emporta.
 
 
 
 

6:36 a.m.

Posto por Paulo/Feanor na quarta-feira, julho 07, 2004  
O rancôr, por tanto tempo acumulado, precisava de um escape.
Já planejara tudo. Como o pegaria, quando e até mesmo onde.
Ela, que sabia há meses que estava sendo traida, traçara um meticuloso plano para o flagrar em ato. Até ensaiara um discurso incansáveis vezes para decorá-lo e dizer tudo o que queria com a entonação certa.

O tratava normalmente: com amor e carinho. Cuidava dos filhos sem nada dizer a eles. Até cumprira seus deveres matrimoniais sem dores de cabeça aquela semana. Lhe exitava a idéia de que o calhorda finalmente seria pego.

Finalmente chegou o grande dia. Seguira seu carro até um motel, onde estacionou. Não vira acompanhante. mas seguiria com o plano mesmo assim.

Ao entrar no motel rubramente decorado, adoçou o bolso do balconista, que logo lhe disse, com uma cara de espanto, em que quarto encontrava-se seu marido.
Com a mesma nota, subornou a camareira, que lhe prontamente lhe deu a cópia da chave do ninho de adultério.
A idéia vil de suborno a exitava.

Parou na frente da porta. Abriu-a. Com silenciosos passos de pluma entrou vagarosamente...
E de umímpeto estancou. Olhou a cena. De meia volta e tão silenciosamente quanto entrara, saiu em choque.

Por dois minutos ficou pensando no que vira. Absorvendo. Digerindo.
Não se separaria dele. Era um bom homem. A amava e sustentava com conforto.

Só sentiu pena por não ter tido a chance de fazer seu discurso tão dedicadamente ensaiado. Mas agora teria que preparar outro...
"... e você fica tão sexy de quatro! Deixa eu participar da próxima vez?!"
Não... direto de mais...

6:15 p.m.